Eram as primeiras horas da manhã desta terça-feira (06), quando a capital de Rondônia voltou a registrar uma péssima qualidade do ar. A primeira vez em que esse registro ocorreu foi na quarta-feira 24 de julho. A medição é feita em tempo real pela IQAir, empresa suíça de tecnologia de qualidade do ar que analisa os níveis de poluição em diversos países.

Os valores registrados são descritos como “muito prejudicial à saúde”. A qualidade é melhor do que a registrada no último dia 24, quano o nível era de 132 o que indica que o nível não é saudável “para grupos sensíveis”.

O principal poluente do ar na capital de Rondônia é o PM 2,5, uma partícula inalável ultrafina que é mais difícil de ser eliminada no organismo. A concentração desse poluente em Porto Velho é 9,6 vezes maior do que o valor anual recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
As principais fontes de material particulado são: queima de combustíveis fósseis, queima de biomassa vegetal, emissões de amônia na agricultura e emissões decorrentes de obras e pavimentação de vias.



